submerso

Submerso” é o meu primeiro disco solo. :-) Pra ouvir, clica no link aí embaixo e escolhe seu serviço de streaming preferido.

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YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=gUtLLgqr32Y
Bandcamp: http://diegolucena.bandcamp.com
SoundCloud: http://soundcloud.com/diegolucena

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Capa por © Gabi Tavares (instagram.com/gabstav)

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Release – “Diego Lucena e O Submerso”
por Jorge Adeodato

Diego Lucena nasceu artista, esqueceu que o fora, e recobrou consciência depois dos 30. Fã de Nirvana desde quando trazia no rosto pouco mais que uma década de vida, permitiu que a visceralidade do grunge virasse peso com o metal durante a adolescência. E vieram as bandas, a passagem pela cena musical de sua cidade durante o início do século, as pequenas turnês em estados vizinhos, o cansaço e a desistência. Migrância e silêncio.

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Foto por © Anie Barreto (instagram.com/aniebarreto)

Pesquisador, professor, fotógrafo, fazedor de filmes caseiros, redescobriu a guitarra no final de 2018. “Submerso” é seu retorno ao ar, emergindo em meio a sua Fortaleza natal. É, também, a configuração em formato musical de uma produção criativa que lhe tomou um bom punhado de anos para conseguir trazer à tona. É, mais, um mosaico em 8 faixas que reconfigura rascunhos (de música, de texto, de visualidades) espalhados entre suas nuvens subjetivas e digitais. Nas suas canções, Diego Lucena matura e elabora seus próprios processos de anulação e pertencimento — sentimentos tão seus e, a um só tempo, tão comuns.

Produzido por Vitor Colares (2FUZZ, Fóssil, Daniel Groove, dronedeus, Missjane), “Submerso” foi realizado de maneira totalmente independente. É um disco-meditação que traz um tanto do que lhe é caro: do metal avant-garde/shoegaze, do Portishead, do Bowie póstumo, do Frusciante, de referências clássicas como Pink Floyd e King Crimson até The Mars VoltaMelody’s Echo Chamber. Da música brasileira, traz na bagagem as influências de Cartola, Céu, Rodrigo Amarante, Cidadão Instigado e muitos outros.

Diego foi ao centro de si e trouxe à superfície alguns minutos de criação viva. Algo, talvez, bastante próximo da visceralidade que primeiro o conduziu à música.

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Bandcamp: http://diegolucena.bandcamp.com
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